2012/03/05

2012/03/04


A IMPLANTAÇÃO DO LIBERALISMO EM PORTUGAL – ANÁLISE DE FONTES HISTÓRICAS
Documento
Título
Ideias de referência
Alunos
Doc. 5
“A crise económica e financeira”
1.       O país corria risco de bancarrota devido aos seguintes fatores:
- a despesa anual excedia a receita em vários milhões de cruzados;
- a descida considerável das rendas públicas;
2. O Comércio e a agricultura eram os setores da economia nacional que estavam em crise. No comércio porque Portugal perdeu o monopólio do comércio com o Brasil. Na agricultura devido ao baixo preço do grão estrangeiro que resultou no abandono da produção do nosso e na sua ruína, além do abatimento das rendas.
3. A ausência de D. João VI era encarada com descontentamento pelo povo português.
4. O acentuado défice da balança comercial entre Portugal e o Brasil e a decadência do comércio português particularmente devido à abertura dos portos brasileiros ao tráfego internacional. A economia portuguesa, no início do século XIX, assentava no comércio de produtos coloniais que revendia aos outros países europeus em regime de exclusividade. Nesse comércio, o Brasil representava a parte mais importante e lucrativa, quer pelos produtos que fornecia, quer como mercado de escoamento da produção da metrópole. A abertura dos mercados brasileiros aos outros países representou um duro golpe para a burguesia mercantil portuguesa e destabilizou a balança comercial do país (representada pelo gráfico B).  
5. As queixas da Junta de Regência são as seguintes: o aumento das despesas; a diminuição das rendas públicas; a possibilidade de bancarrota; o descontentamento da presença da Corte no Rio de Janeiro; perda de navio e cargas; descontentamento por termos deixado de ter a exclusividade do comércio com o Brasil; a nossa agricultura arruinada devido à concorrência dos preços dos produtos estrangeiros.
6. Que tiveram razão de ser pois a situação beneficiou o Brasil e prejudicou radicalmente Portugal (ver 1º parágrafo de A.J. Telo).
7. Constitui um exemplo elucidativo de revisão do conhecimento histórico porque explica que a atitude de D. João VI (“com uma visão de futuro”) permitiu garantir a autonomia de Portugal.  
Guido
Doc. 6
“A revolução de 1820”
A revolução liberal de 1820 teve como iniciativa a ação do Sinédrio (associação secreta liderada por Manuel Fernandes Tomás - juiz desembargador do Porto) com uma forte participação militar. Entre os motivos que desencadearam o movimento revolucionário, destaca-se a precária situação financeira vivida do reino, a ausência da Corte (no Brasil) e a vontade de implantar ideias liberais através de uma Constituição que salvaguardasse os direitos sociais, assegurasse a soberania nacional e a  repartição dos poderes.

Doc. 6B
“O Manifesto aos Portugueses”
1.       Sim. Porque apelam à mudança através de uma Constituição que assegure os direitos de todos. Contudo comprometem-se respeitar as instituições tradicionais, de que são exemplo a monarquia ou a Igreja Católica. (ver linhas 15-17 e 22-30).
2.        Sim porque eram a favor das ideias liberais, nomeadamente da necessidade de uma Constituição que assegurasse uma governação justa para todos.
Flávia
Joana Co
Doc. 7
“As cortes extraordinárias e Constituintes da nação portuguesa”
1.       Redigir a Constituição, a futura Constituição de 1822 que consagraria a juridicamente a nova ordem ideológica e política da Nação.
2. A análise do quadro permite concluir pela maioria burguesa dos deputados eleitos.

Doc. 8
“A Constituição de 1822”


Doc. 9
“O rei, as Cortes e a Constituição”
1.       O pintor D. Sequeira mostra a união de D. João VI com a Nação quando o rei é representado a colocar a mão direita sobre a Constituição, documento que viria a ser jurado pelo próprio a 1 de Outubro de 1822.
2.       D. João VI perdeu o poder absoluto porque a Constituição de 1822 submete o poder real à supremacia das Cortes Legislativas.
3.       Não, porque continuavam a registar-se divergências entre radicais (mais democráticos e liberais) e moderados (nutriam um profundo respeito pela monarquia, pelo catolicismo e por uma Constituição conservadora), nomeadamente em relação à questão religiosa, à estrutura das câmaras e à questão do veto régio.
Rui C.
Ana Az
Doc. 10
“Petições apresentadas às Cortes”


Doc. 12
“As Cortes Constituintes e a questão brasileira”
1.       As Cortes Constituintes argumentaram que não havia necessidade do príncipe real (D. Pedro) permanecer no Rio de Janeiro pois a sua presença seria mais útil na Europa – “convém aos interesses da nação que Sua Alteza Real viaje por países ilustrados a fim de obter aqueles conhecimentos que se fazem necessários para um dia ocupar dignamente o trono português”.
2.        
Rui G
Jorge
Doc. 13
“A reacção do Brasil”
1.       Ao Decreto de 29 de setembro de 1821. A opinião pública brasileira ficou profundamente desagradada.
2.       Não. Agudiza o ânimo de independência.
3. Recusando obediência às Cortes Constituintes, D. Pedro proclama que “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”. D. Pedro toma uma série de medidas que desagradam a metrópole, entre as quais a organização de um exército, face às quais recebe nova carta das Cortes Constituintes exigindo o seu regresso. Tendo recebido a notícia a 7 de setembro de 1822, próximo do rio Ipiranga, D. Pedro profere o que ficou conhecido pelo Grito do Ipiranga: “Independência ou Morte!”. Em outubro de 1822 é aclamado imperador do Brasil.  

Doc. 14
“O reconhecimento da independência do Brasil (1825)”
O reconhecimento da independência por Portugal demoraria ainda alguns anos. Ultrapassados os constrangimentos, D. João VI só reconhecerá oficialmente a independência do Brasil no período de restauração do absolutismo, através do Tratado do Rio de Janeiro, de 25 de agosto de 1825, elaborado com o apoio da Inglaterra, que aí via enormes vantagens de expansão comercial. É o fim do império português do Atlântico, cuja construção se iniciara após a Restauração da Independência, em 1640, e se desenvolvera de forma exponencial a partir da descoberta do ouro nos finais do século XVII.
1.       D. Joao VI = “sua majestade fidelíssima”; D Pedro = “sua majestade imperial”.
2.       “”(…) desejos de restabelecer a paz, amizade, e boa harmonia entre povos irmãos (…) (linhas 3-4).Reserva os direitos da soberania do dito império.
3.       Receio de independência de outras colónias.
4.       Artigo 4º.
5. Devido a interesses económicos.

Doc. 15
“As figuras da contra-revolução absolutista”


Doc. 16
“A Carta Constitucional de 1826”


Doc. 17
“A abdicação de D. Pedro IV (1798-1834)”
1.       D. Pedro, por ser o filho primogénito tornou-se rei de Portugal pela morte de seu pai, D. João VI, a 10 de Março de 1826.
2.       Incompatibilidade, pois era imperador do Brasil.
3.       A Carta Constitucional de 1826.
4.       Abdica em nome da sua filha mais velha, princesa D. Maria da Glória (com 7 anos de idade). A abdicação só teria efeito caso se verificasse as seguintes condições:
- Casamento de D. Miguel, seu irmão, com D. Maria da Glória;
- D. Miguel deveria jurar e respeitar a Carta Constitucional de 1826;
“(…) sem que me conste oficialmente que a Constituição foi jurada, conforme eu ordenei, e sem que os esponsais do casamento, que pretendo fazer-lhe com meu muito amado e prezado irmão, o infante D. Miguel, estejam feitos, e o casamento concluído; e esta minha abdicação e cessão não se verificarão se faltar qualquer destas duas condições. (…)“.  (linhas 17 a 22).


Bárbara B
Diana
Joana M

2012/03/03

2012/01/26

Trabalho dos alunos do 11º 11 - Bruna, Daniela, Luís A
http://youtu.be/y7_Pcar1B68

PRÁTICA DE COMEPETÊNCIASOS DIREITOS HUMANOS NA JOVEM NAÇÃO AMERICANA – TEORIA E PRÁTICA”

11º11

DISCRIMINE OS DIREITOS CONCEDIDOS AO POVO AMERICANO NO BILL OF RIGHTS (doc. B).
”Bill of Rights”- Declaração dos cidadãos dos E.U.A discriminam-se os seguintes direitos: o direito do povo à inviolabilidade das suas pessoas, domicílios, papéis, e haveres contra buscas e apreensões arbitrárias; ninguém poderá ser privado da vida, liberdade, ou propriedade sem o devido processo legal; em todos os processos criminais, o acusado terá direito a um julgamento rápido e público, por um júri imparcial do Estado e distrito onde o crime tenha sido cometido; o Congresso não produzirá leis no sentido de estabelecer uma religião, ou proibindo o livre exercício dos cultos; ou limitando a liberdade de expressão, ou de imprensa, ou o direito do povo se reunir pacificamente, e de dirigir  ao governo petições para a reparação dos seus agravos.
Bruna
Luís A
Daniela
Ana Isabel
JUSTIFIQUE O BILL OF RIGTHS TENDO EM CONTA O EXTRATO DA DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA.
O Bill of Rights veio confirmar o que antes já tinha sido estabelecido pela Declaração da Independência, ou seja, complementou a anterior Declaração de Independência elaborada por Thomas Jefferson (um dos principais redatores).  
- Diana Bandeira nº12.
- Luís Macedo nº16.
- Patrícia Rosário nº20.
EXPLIQUE A PRESENÇA DE VOLTAIRE, ROUSSEAU E B. FRANKLIN (finais do século XVIII - Voltaire, Rousseau e B. Franklim na tampa de uma caixa de rapé - doc. C).
A nova república americana foi constituída sob bases e ideias iluministas. Rousseau e Voltaire, dois destacados iluministas cujo pensamento teve influência no nascimento da nova nação. Benjamin Franklin aparece no lado destes dois iluministas porque foi um protagonista na luta pela declaração da Independência. Foi embaixador em Paris da causa americana e um grande defensor da abolição da escravatura. Os três defendem os mesmos princípios e por esses ideias tiveram um papel fundamental  na revolução americana.

Nota : Benjamin Franklin negociou com os Franceses, enquanto embaixador da causa americana e foi um importante defensor da abolição da escravatura. Criou uma associação para defender esta causa.
 
Bárbara
Ana Rita
Isa
Ana Luísa

COMENTE A IMAGEM DO DOC. D À LUZ DOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS NO DOC. A.
Através da análise da imagem presente do doc.D, é possível identificar subjacentemente ao titulo “Venda de escravos na Virgínia” um vestígio do mercado de escravos negros, facto que se opõe aos ideais liberalistas e de cariz iluminista presente no extracto da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América do doc.A.  O documento elaborado em 1776 fundamentava ideais onde o homem era considerado um ser livre e igual entre si e com o direito de ser feliz. No entanto no doc.D verificamos que em pleno século XIX ainda se praticava o tráfico de escravos.      
nota: Devido ao comércio triangular, executado entre as nações europeias no Atlântico, um vasto fluxo de escravos negros foi sucessivamente transportado para os territórios americanos, impondo a estes escravos serviços e trabalhos duros, que mesmo posteriormente à revolução americana continuavam. Contudo A. Lincoln abole a escravatura em 1865 por todo o país.
Portugal, um dos pioneiros na abolição da escravatura. Decorria o reinado de D.José I quando, em 12 de Fevereiro de 1761 foi abolida por Marquês de Pombal no reino/Metrópole e na Índia.
 
António
Mariana
Sandra
Vanessa
Ricardo
Sara F
CONCORDARIAM VOLTAIRE E ROUSSEAU COM A SITUAÇÃO DO DOC. D (venda de escravos na Virgínia)?
Pedro
Jorge
Diogo
DESCREVA A SITUAÇÃO DA IMAGEM DO DOC. E (1912 - manifestação em Nova Iorque). QUE OUTRO TÍTULO LHE DARIA?
A imagem representa um movimento a favor do sufrágio feminino. Um movimento social, político e económico com o objectivo de alargar o direito de voto às mulheres. As primeiras feministas encontraram nos ideais democráticos de inspiração iluminista – igualdade e liberdade - o direito à participação das mulheres na vida política. A luta pelo voto feminino foi   o primeiro passo a ser alcançado pelas feministas da era pós revolução industrial de que é exemplo a imagem do documento E (manifestação em Nova Iorque, 1912).
Em Portugal a primeira mulher a votar foi Carolina Beatriz Ângelo (primeira mulher a votar no quadro dos doze países europeus que vieram a constituir a União Europeia). Só com o decreto de lei 19.694, de 5 de Maio de 1931, é que pela primeira vez na história política do país, as mulheres foram consideradas como eleitoras. Nessa altura as mulheres ganharam também o direito a serem eleitas para a Assembleia Nacional. Nas primeiras eleições legislativas ocorridas no Estado Novo foram eleitas três deputadas, sendo desta forma as primeiras mulheres deputadas na História de Portugal. O sufrágio universal feminino só foi conquistado após o 25 de Abril.
A luta pelo Direito ao Voto Feminino ” (título alternativo).  
Ana Carolina
Ana Teresa
Cátia
Filipa

PRÁTICA DE COMEPETÊNCIASOS DIREITOS HUMANOS NA JOVEM NAÇÃO AMERICANA – TEORIA E PRÁTICA”

11º10

DISCRIMINE OS DIREITOS CONCEDIDOS AO POVO AMERICANO NO BILL OF RIGHTS (doc. B).
Os direitos que são concedidos ao povo americano neste documento (Bill of Rights) são:
- O Estado não define uma religião oficial permitindo que os seus cidadãos escolham e pratiquem aquela que lhes pareceu melhor (com base nos ideais de Voltaire e Rousseau);
- Liberdade de expressão e o direito de reunião das pessoas desde que fosse passiva;
- Podem contestar as decisões do Governo através de petições (John Locke e Rousseau/Contrato Social);
- É proibido que pessoas, casas, papéis e haveres sejam apreendidos e revistados de forma arbitrária;
- Não se pode prender alguém ou retirar-lhe alguma propriedade sem que haja processo legal;
- Os cidadãos passam a ter direito a um julgamento rápido e público quando acusados.

- Pedro Lima, nº6;
- Patrícia Rego, nº11;
- Rui Salta Sequeira, nº13.
JUSTIFIQUE O BILL OF RIGTHS TENDO EM CONTA O EXTRATO DA DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA.



EXPLIQUE A PRESENÇA DE VOLTAIRE, ROUSSEAU E B. FRANKLIN (finais do século XVIII - Voltaire, Rousseau e B. Franklim na tampa de uma caixa de rapé - doc. C).

Benjamin Franklin, foi um dos líderes da revolução Americana.
Rita
Marta
Marina
COMENTE A IMAGEM DO DOC. D À LUZ DOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS NO DOC. A.

No século XIX, na Virgínia, não eram seguidos alguns dos direitos inalienáveis proscritos na Declaração da Independência dos EUA. No doc.D está representada uma família de raça negra, prestes a serem vendidos, possivelmente para uma fazenda nas colónias americanas, onde serão escravizados nas plantações. A Declaração da Independência dos EUA de 1776 defendia que todos os homens nascem iguais e com os mesmos direitos. A prática de venda de escravos ia contra a dita declaração. A mentalidade do sul dos EUA ainda não abraçava os princípios da Declaração. Só a partir de 1862, no período de governação de Abraham Lincoln, depois da guerra civil americana, foi proclamada a liberdade dos escravos dos estados confederados (sul). Este grande presidente nascido a 12 Fevereiro1809 aboliu a escravatura nos EUA. Em 1865, enquanto assistia a uma peça de teatro, foi violentamente assassinado e acabara assim o seu mandato.
Em 1929 nascera um novo defensor da abolição de diferenciação de direitos entre negros e brancos, Martin Luther King jr. Um afro-americano que desejava  praticar o que estava escrito na Declaração da Independência dos EUA. Liberdade e os mesmos direitos para todos os seres, Martin travara muitas manifestações organizadas não violentas contra o sistema de segregação, para que todos os homens tivessem os mesmos direitos. A 1968 fora assassinado e pagou com a sua própria vida todos os ideais que defendera toda a sua vida. Deveríamos honrar todos aqueles que deram a vida para proporcionar a liberdade que temos!
Bruna
Paula
Luís F
CONCORDARIAM VOLTAIRE E ROUSSEAU COM A SITUAÇÃO DO DOC. D (venda de escravos na Virgínia)?

Tendo em conta o documento D podemos afirmar que estes dois grandes iluministas censuravam a escravatura.
Rita
Marta
Marina
DESCREVA A SITUAÇÃO DA IMAGEM DO DOC. E (1912 - manifestação em Nova Iorque). QUE OUTRO TÍTULO LHE DARIA?
Título sugerido: “ As sufragistas”
Ao longo de toda história, a mulher ficava sempre na sombra do homem. Nunca teve os mesmos direitos, as mesmas possibilidades, nem o mesmo estatuto social. Durante dezanove séculos o único espaço considerado apropriado para a mulher foi a casa, onde deveria cuidar dos filhos e “servir o homem”. Com a época das revoluções liberais, as mulheres também começaram a exigir os seus direitos e foi a partir da aqui que se iniciam as manifestações (femininas), conhecidas como “sufrágio feminino”. O primeiro destes movimentos realizou-se em 1893, na Nova Zelândia. Este género de manifestações assumia em carácter social, económico e político. No caso da imagem apresentada, estamos perante uma manifestação de carácter político, que teve como objectivo estender o direito de voto às mulheres. Este acontecimento deu-se em Nova Iorque em 1912.
No caso de Portugal, apenas a 5 de Maio de 1931 é que pela primeira vez na história política do país, as mulheres foram consideradas como eleitoras e eleitas, no entanto com muitas limitações;
ü  Tinham de ser chefes de família (viúvas, divorciadas, com maridos no estrangeiro);
ü  Tinham que ter completado o ensino secundário. No entanto o sufrágio universal feminino só foi alcançado após o 25 de Abril.
De certa forma, estes movimentos tiveram inspiração nas ideias iluministas, nomeadamente o direito à igualdade e à liberdade que se aplica neste caso. As mulheres começaram a questionar-se porque é que deviam obedecer às leis como toda a gente se não tinham o direito de participar no processo de elaboração das mesmas.

Nota: A desigualdade política também se registava no campo masculino, conhecido como sufrágio censitário: concessão do direito do voto apenas àqueles que atendiam certos critérios (ex: condição económica satisfatória).
Ângela
Ana V
Lilya

  










PRÁTICA DE COMPETÊNCIAS “OS DIREITOS HUMANOS NA JOVEM NAÇÃO AMERICANA – TEORIA E PRÁTICA” - 11º9

DISCRIMINE OS DIREITOS CONCEDIDOS AO POVO AMERICANO NO BILL OF RIGHTS (doc. B).
Bill of rights é o nome dado às dez primeiras emendas da Constituição dos EUA. Baseou-se na Declaração dos Direitos da Virgínia de George Mason, em obras iluministas referentes aos direitos naturais e em documentos políticos, como por exemplo, a Magna Carta (1215). * Os populares têm o direito de eleger a religião com que melhor se identificam (tolerância religiosa) e a não intervenção do Estado; * A liberdade de expressão está ao alcance de todos, facto que contribui para promover a soberania popular; * O sistema de justiça é progressivamente mais eficaz, pois os cidadãos têm o direito a instituir um processo, nos mais variados domínios do quotidiano. Tudo isto acompanhado por um juiz imparcial; Em suma, o bill of rights tem como propósito definir limites sobre o que o governo pode ou não fazer em questões de liberdade pessoal. (JoanaC, Mário, Carlos, Rui C. MárioM).

JUSTIFIQUE O BILL OF RIGTHS TENDO EM CONTA O EXTRATO DA DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA.
Na nossa opinião o Bill Of Rights foi um documento que surgiu com o objetivo de realçar o que está implícito na Declaração da Independência de 1776. Como podemos verificar no documento A, a declaração inicial defendia valores como a Liberdade, a Igualdade, a Vida e a Felicidade. Os valores defendidos continuam a ser os mesmos mas especificados em questões como a justiça (direito a julgamento rápido e publico), a religião (tolerância religiosa) e a segurança (a necessidade de uma autorização jurídica para executar qualquer investigação). (Jorge Simões. Rui Gomes).

EXPLIQUE A PRESENÇA DE VOLTAIRE, ROUSSEAU E B. FRANKLIN
Benjamin Franklin foi um dos líderes da Revolução Americana de 1776. Rousseau e Voltaire foram dois iluministas. Na nossa opinião a presença das três figuras deve-se à enorme influência que as ideias iluministas exerceram sobre o pensamento e prática política da nação emergente, os Estados Unidos da América. (Diana. Bárbara B. Joana Carmona).

COMENTE A IMAGEM DO DOC. D À LUZ DOS PRINCÍPIOS EXPRESSOS NO DOC. A. CONCORDARIAM VOLTAIRE E ROUSSEAU COM A SITUAÇÃO DO DOC. D?
Sendo Voltaire e Rousseau grandes iluministas e defensores da igualdade entre os homens e dos seus direitos civis seria certo discordarem com a situação demonstrada no documento D (Rousseau deixa clara a sua ideia contra a escravatura na sua obra “Contrato Social”). (Guido Flávia, Joana Costa).

DESCREVA A SITUAÇÃO DA IMAGEM DO DOC. E . QUE OUTRO TÍTULO LHE DARIA?
No documento E, podemos observar um conjunto de mulheres a lutarem pelos seus direitos através de uma manifestação em Nova Iorque. Estas defendiam "para impostos iguais, apresentação igual" e com isto pretendiam dizer que, se a mulher paga os mesmos impostos, então deve ter os mesmos direitos que os homens, pois, segundo os princípios iluministas "Todo o Homem nasce igual". Defendem também que o voto do sexo feminino deve ser considerado, pois existe uma democracia, onde o poder está nas mãos do povo, ou seja, existe soberania popular. Breve referência ao sufrágio em Portugal: Só com o decreto-lei 19.694 de 5 de maio de 1931 é que pela primeira vez, na história política do país, as mulheres foram consideradas como eleitoras. Contudo, este decreto era bastante limitado; apenas adquiria o direito de votar, mulheres chefes de família, ou seja, as viúvas, divorciadas, separadas de pessoas e bens, com família própria e aquelas que estivessem casadas, mas que os maridos estivessem no estrangeiro ou nas colónias. Para além disto, teriam também de ter completado o ensino secundário ou serem titulares de um curso superior com certificado. No entanto, o sufrágio feminino só foi alcançado após o 25 de Abril. (Adriana Fernandes Ana Lopes Ana Margarida Gomes Bruna Batista).

2012/01/09

2011/11/17

Para a Vanessa

da cor dos cabelos. Lembrarei sempre a Vanessa, uma menina linda, de sorriso meigo. Hoje marquei-lhe falta! Estou triste.

2011/11/15

http://youtu.be/IOdabX1VXiw

PROPOSTA DE CORREÇÃO – Ficha de avaliação 1 - 7º ano

Iª PARTE GRUPO 1 – AS SOCIEDADES RECOLETORAS
1.1. Arqueologia.
1.2. Arqueologia é a ciência que que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais.
 1.3. África.
1.4. América.
2. O homem na sua evolução desde o estágio primitivo até ao homem atual.
2.1. A bipedia, a posição vertical e o progressivo aumento da capacidade craniana distingue, por exemplo, o homo habilis do homo sapiens sapiens. Os instrumentos fabricados, entre os mesmos, evoluíram e tornaram-se mais eficazes, diversificados e resistentes.
3. Uma sugestão – “Agrupamento de hominídeos”.
4. Verdadeiro; Verdadeiro; Verdadeiro; Falso. Os caçadores do Paleolítico praticavam uma economia de recoleção; Falso. As comunidades de hominídeos do Paleolítico tinham uma vida nómada.
5.1. Figura 1: Arte rupestre ou arte parietal; Figura 2: Arte móvel (Vénus).
5.2. Desconhece-se a intenção com que o homem primitivo pintava ou esculpia. Alguns historiadores defendem que o nosso antepassado representava os animais para que as caçadas lhe corressem bem. Com efeito, algumas pinturas aparecem representadas com setas ou marca das mesmas. Desta forma, os hominídeos acreditavam que ao espetar uma seta nos animais, estes seriam atingidos na realidade (ato mágico). Contudo, nem todos os historiadores concordam com esta interpretação da finalidade mágica da arte rupestre. As “Vénus” eram pequenas figuras (10 cm), consideradas símbolos da fecundidade e da maternidade da mulher.

GRUPO 2 – AS SOCIEDADES PRODUTORAS E AS PRIMAVERAS CIVILIZAÇÕES
1. 1. Cão; 2. Trigo; 3. Menir; 4. Cestaria; 5. Cavalo; 6. Tecelagem; 7. Anta; 8. Sedentário; 9. Cromeleque; 10. Foice; 11. Aldeamento; 12. Tear; 13. Cerâmica; 14. Dólmen.
2.1. Crescente fértil (manual, pp. 20 e 34).
3. Agricultura e pastorícia. Pedra polida (machado, foicinha). Vida sedentária (aldeias).
3.1. Época de profundas transformações nas condições de vida dos homens entre o 8º e o 6º milénios a.C. Caracteriza-se pela invenção da agricultura, da domesticação de animais e da cerâmica. Em consequência, os homens do Neolítico tornaram-se sedentários e agruparam-se em aldeias. Então, a economia recoletora do Paleolítico deu lugar à economia de produção.
4. A) Menir; B) Anta ou dólmen; C) Cromeleque.
4.1. B) agrupamento de pedras ao alto cobertos por grandes lajes (alguns com corredor de acesso), onde as comunidades neolíticas entrerravam os mortos. C) conjuntos de megálitos dispostos em círculo, considerados lugares de culto e de reunião e, talvez, observatórios astronómicos.
5.1. A) Antigo Eipto; B) Suméria; C) Vale do Indo; D) Antiga China.
5.2. A) Nilo; B) Tigre e Eufrates; C) Indo; D) Amarelo.
5.3. 1) Oceano Atlântico; 2) mar Mediterrâneo; 3) mar Vermelho; 4) Oceano Índico; 5) Oceano Pacífico.

IIª PARTE  - O EGITO – A GRANDE CIVILIZAÇÃO DO NILO
1. A: mar Mediterrâneo; B: deserto da Líbia; C: deserto arábico; D: mar Vermelho; E: rio Nilo; F: alto Egito; G: baixo Egito; H: Delta.
1.2. O Eipto sem o rio Nilo seria um deserto (Líbio, Arábico). As águas do Nilo inundavam as margens e depositavam nelas um limo muito fértil que tornava as terras muito produtivas. Por isso, a vida dos egípcios dependia das cheias e da sua regularidade. Este facto permitia dedicarem-se a uma próspera agricultura, a principal atividade económica do Egito. Cultivavam trigo, cevada, linho, vinho, produtos hortícolas.
2. Embalsamamento ou mumificação. O objetivo era o de preservar o corpo (múmia) para a vida eterna no sarcófago, uma caixa forma antropomórfica.
3.1. Escrita hieroglífica.
3.2. Na civilização Suméria (em meados do 4º milénio a.C.).
3.3. Estão relacionados porque o papiro era o principal suporte da escrita hieroglífica.
4.1. Faraó, sacerdotes, nobres, escribas, camponeses/artesãos, escravos.
4.2. Era uma sociedade ordenada pois às camadas sociais superiores estavam subordinadas as restantes. Cada um ocupava uma determinada posição, com regalias e deveres próprios. As camadas sociais superiores tinham privilégios e riquezas, as inferiores levavam uma vida dura (lembro o documento 4 “Um povo ao serviço do Faraó”).
5. Serpente sagrada (protetora do Faraó). Barba postiça (símbolo da imortalidade). Chicote e cepto/bastão (símbolos da justiça e da autoridade).
6. HORIZONTAIS - 1. Hieroglífos; 2. Escrita; 3. Biblos; 4. Rá; 5. Escribas. VERTICAIS - 1. Fenícios; 2. Ísis; 3. Alfabeto; 4. Múmia; 5. Osíris.
7. A afirmação de Heródoto justifica-se uma vez que a religião fazia parte do quotidiano dos egípcios. Eram politeistas, ou seja, acreditavam em vários deuses, por exemplo Ísis, Osíris, Anúbis, Amon-Rá, Hórus a quem prestavam culto. O faraó também era objeto de culto por ser considerado um verdadeiro deus. Acreditavam na vida eterna e por isso também prestavam culto aos mortos e até escreveram o “Livro dos Mortos” (com orações e conselhos) que colocavam nos túmulos.