2008/12/19

É Natal!







































Depois de um período de trabalho intenso, desejo a todos os meus alunos boas festas e umas férias felizes.

2008/12/15

Baseado no livro "Passado a Limpo", de Eduardo Bueno


O livro começa com o encontro entre indígenas e portugueses nas areias de Porto Seguro ("os pelados e os peludos"), revelado em detalhes na carta de Pero Vaz de Caminha.

"Jornalista brilhante que é, Eduardo Bueno, consegue transformar a matéria histórica num agradável passeio (...) percorre, num texto fluente e elegante, diversos temas: da maquiagem dos faraós ao esplendor do asseio árabe, do mau cheiro no Brasil colonial à falta de higiene na corte imperial, da falta d’água aos primórdios da higienização, dos produtos de asseio aos estéticos. Um passeio que ensina e diverte ao mesmo tempo", Mary Del Priore.

"Kingdom of Heaven" - Europa/Palestina: Jerusalém - século XII

11º J





1. A Batalha de Hattin,1187, através da qual os muçulmanos reconquistam Jerusalém.
2. A Batalha de Hattin, 1187 representa uma grande derrota dos cristãos nas Cruzadas.
3. ...

2008/12/09

10 de Dezembro passa a ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos



- Declaração dos Direitos da Virgínia de 12 de junho de 1776, escrita por George Mason e proclamada pela logo depois do início da guerra de independência norte-americana, é considerada a primeira declaração moderna sobre os direitos humanos.
- Declaração da Independência dos Estados Unidos da América, 4 de julho de 1776
- Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 26 de Agosto de 1789, um dos símbolos da Revolução Francesa. Continua a ser a referência principal de todos os textos de direitos humanos. Os seus princípios iluministas tinham como base a liberdade e igualdade perante a lei, a defesa inalienável à propriedade privada e o direito de resistência à opressão.
- Declaração dos Direitos da Mulher, Olympe de Gouges, 1790, a pioneira na luta pela emancipação da mulher e pela igualdade de direitos.
- Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 10 de Dezembro de 1948, adoptada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em resposta aos horrores da 2ª Guerra Mundial.

A Assembleia da República de Portugal, reconhecendo a importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovou em 1998 uma Resolução na qual institui que o dia 10 de Dezembro passa a ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos. (Wikipédia)

A 10/12/2008 comemora-se o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos





2008/12/08

11º ano

Não esquecer Setembro...

2008/11/30

E porque é 1 de Dezembro de 1640...

Feriado,porquê? Hoje é feriado porque se comemora a Restauração da Independência de Portugal.
Neste dia no ano 1640 foi instaurada a dinastia portuguesa e o término da dinastia filipina. Portugal renasce e recupera a sua independência, e põe fim a 60 anos (1580-1640) de domínio espanhol.
No dia 1 de Dezembro de 1640, os conjurados concentram-se no Terreiro do Paço e invadem a residência da Duquesa de Mântua, Regente do Rei de Espanha.
Gritam:... Liberdade!!! Viva El-Rei D.João IV! VIVA PORTUGAL!




O Povo aclama o novo Rei D.João IV (Duque de Bragança) com o cognome de "O Restaurador.

2008/11/29

J.Bosch; P. Bruegel





- realçavam o absurdo na vulgaridade, expondo as fraquezas e loucuras humanas -

Dedico estes dois vídeos a dois alunos que apreciam arte: Regina/José Carlos.

Para Regina Coelho: J.Bosch inspirou Salvador Dali?

2008/11/14

História em movimento!



Vídeo produzido por 2 alunos do 11º H: José Carlos e Regina

2008/11/11

A imagem representa uma invenção. Qual?


Durante o Renascimento as pessoas ricas queriam ser consideradas como cultas e bem informadas, e procuravam encher as suas casas com livros. Os escribas não podiam acompanhar tamanha procura. Deve ter ocorrido a muitas pessoas procurarem um modo de produzir livros com maior rapidez, além de mais baratos.

De que forma terão solucionado tal problema?

Renascimento - Uma entrevista a Leonardo da Vinci



Ciência Hoje: Gostaríamos que nos falasse um pouco da sua infância.
Leonardo da Vinci: O meu pai era um notário de Florença e a minha mãe uma simples camponesa. Julgo que não se conheceram para reconhecimento de uma assinatura, uma vez que ela seria analfabeta. Nasci no dia 15 de Abril de 1452.

CH: Como sentiu o facto de ser filho ilegítimo?
LdV: Tendo em conta a época, não foi tão mau como isso, embora fosse um estigma com o qual era difícil viver. Ainda por cima era canhoto, o que era considerado, então, um sinal diabólico. De qualquer modo, o meu pai não descurou a minha educação. Com cinco anos fui para casa dele. Em 1460 mudámo-nos para Florença.

CH: Foi aí que entrou para a oficina de André Verrocchio...
LdV: Isso foi passado alguns anos. Efectivamente, o meu pai não descurou a minha educação e tive um acesso privilegiado ao conhecimento literário e artístico daquele tempo. Os tempos passados na oficina de Verrocchio foram muito difíceis mas proveitosos: fazia tintas, cuidava de pincéis, etc. No entanto, modéstia à parte, depressa dei nas vistas, o que é algo que dá jeito nas artes visuais.

CH: Conta-se, aliás, que o seu mestre teria desistido de pintar ao aperceber-se de que nunca alcançaria o valor de Leonardo.
LdV: Mesmo que não seja verdade é uma boa história, não acha?

CH: É verdade. Tendo um início auspicioso que iria ser confirmado numa carreira brilhante como artista a verdade é que não se distinguiu menos como cientista.
LdV: E arquitecto e engenheiro e anatomista. Em mim, nunca a prática e a teoria estiveram desligadas, tudo se relaciona com tudo. É por isso que nunca senti nenhum conflito entre todas essas minhas facetas.

CH: Aliás, os seus estudos anatómicos ficaram quase tão célebres como as suas pinturas...
LdV: Sempre tive essa obsessão de conhecer a fundo o corpo humano porque, na realidade, não há melhor obra de engenharia, não pode haver arquitectura mais perfeita nem poderia haver melhor motivo de pintura.
(…)

CH: E legou-nos, também, uma impressionante quantidade de desenhos com inventos seus.
LdV: Sabe? Era muito fácil ser inventor num tempo em que estava tanta coisa por inventar. Fazia-me confusão que, havendo tanto céu, o homem não conseguisse voar e que, havendo tanta água, não se conhecesse o fundo do mar.

CH: Deve ficar espantado, então, com as conquistas tecnológicas do mundo actual.
LdV: O que me espanta é que tenha sido preciso esperar 500 anos até se conseguir voar.
(…)

Fonte: Fernando Nabais in www.cienciahoje.pt/index.php


Proposta de trabalho:

À semelhança desta entrevista a uma personagem histórica do Renascimento, redige outras entrevistas a personagens históricas deste período, tais como Miguel Ângelo, Erasmo de Roterdão, Luís de Camões, Brunelleschi, Miguel Cervantes… Para isso, começa por pesquisar informações sobre a vida da figura que seleccionares entrevistar, em Enciclopédias como por exemplo a Diciopédia.

2008/11/10

D.CARLOS, 1º centenário do regicídio - 2008



Este vídeo é especialmente dirigido à minha aluna VERA BESSA do 11º J, versada em questões do rei D. Carlos e do respectivo regicídio! Da próxima vez Vera sabe o que lhe vou perguntar, ai sabe sabe!

2008/11/09

Magalhães não é um computador...


No dia de hoje, 28 de Novembro, do ano de 1520, o navegador português Fernão de Magalhães, ao serviço de Espanha, entrou no oceano Pacífico, saindo do estreito que tem hoje o seu nome. O homem que projectou, organizou e comandou a primeira viagem de circum-navegação à volta do mundo, morreria nas Filipinas, a 7 de Abril do ano seguinte, às flechas dos índios locais.

FERNÃO DE MAGALHÃES

No vale clareia uma fogueira.
Uma dança sacode a terra inteira.
E sombras desformes e descompostas
Em clarões negros do vale vão


Subitamente pelas encostas,
Indo perder-se na escuridão.
De quem é a dança que a noite aterra?
São os Titãs, os filhos da Terra,


Que dançam na morte do marinheiro
Que quis cingir o materno vulto
-- Cingilo, dos homens, o primeiro--,
Na praia ao longe por fim sepulto.


Dançam, nem sabem que a alma ousada
Do morto ainda comanda a armada,
Pulso sem corpo ao leme a guiar
As naus no resto do fim do espaço:


Que até ausente soube cercar
A terra inteira com seu abraço.
Violou a Terra. Mas eles não
O sabem, e dançam na solidão;


E sombras desformes e descompostas,
Indo perder-se nos horizontes,
Galgam do vale pelas encostas
Dos mudos montes.

Fernando Pessoa
Mensagem





"A Igreja diz que a Terra é achatada, mas sei que ela é redonda, porque vi a sombra dela na Lua, e acredito mais numa sombra do que na igreja" (Fernão de Magalhães)

A região da Patagónia, no extremo sul da Argentina, foi baptizada em 1520, pelo explorador português Fernão de Magalhães, devido a uma característica especial do povo que a habitava: indígenas muito altos que enrolavam os pés em peles de animais selvagens, para protegê-los nas caminhadas. Como esses “sapatos” primitivos deixavam grande pegadas, Fernão de Magalhães apelidou aquelas pessoas de “patagones”, palavra espanhola que significa “pés grandes”.

2008/11/03

150 Anos dos Caminhos de Ferro em Portugal



O escocês James Watt (1736- 1819) aperfeiçoou a máquina a vapor. A sua contribuição para a Revolução Industrial foi decisiva.

Revolução Industrial

2008/10/23

Tráfico negreiro






Princesa Isabel, autora da Lei Áuera: abolição da escravatura.








No século XVI o Brasil terá recebido 15 mil escravos, a maioria dos quais vieram do Golfo da Guiné, e destinavam-se sobretudo ao engenhos da cana-do-açúcar. Os dois principais locais foram a Baia e Pernanbuco, e depois o Maranhão (ligados à cultura do Algodão) e o Rio de Janeiro. O tráfico era controlado por portugueses a partir da Baia. Em 1559, os senhores dos engenhos são autorizados importar directamente escravos de África.

No século XVII recebeu 400 ou 500 mil escravos. Angola tornou-se na principal fonte de abastecimento. A extracção do ouro e diamantes, iniciada no final do século, provocou o aumento do tráfico negreiro. Multiplicaram-se as iniciativas para aumentar o número de escravos.

No século XVIII chegaram cerca de 1,7 milhões de escravos. A maioria eram oriundos de Angola (Luanda e Benguela) e os restantes quase todos do Golfo de Benim. No final do século, só os escravos representariam mais de 60% da população brasileira.

Século XIX. A Independência do Brasil, em 1822, está ligada ao incremento do tráfico negreiro, para abastecer as plantações de café e de tabaco. Sem esta mão-de-obra o Brasil estaria em risco de desagregar, devido à estagnação que isso iria provocar no seu desenvolvimento económico.

A presença dos escravos e do afro-descendentes era bem visível na sociedade brasileira do século XIX. Em 1838, o Rio de Janeiro, capital do Brasil, contava com 97 mil habitantes, dos quais 37 mil eram escravos.

Desde o século XVI até ao século XX terão entrado no Brasil cerca de 4 milhões de escravos.

O Homem do Leme

2008/10/20

O que li. O que aprendi.



Depois de teres lido o livro sobre a época dos Descobrimentos Marírtimos poderás aqui partlhar curiosidades e informações úteis com os teus colegas.

É uma carta. Escrita por quem? Para quem? Sobre quem?



«(...) E ao sol-posto umas seis léguas da terra, lançamos âncoras, em dezenove braças -- ancoragem limpa. Ali ficamo-nos toda aquela noite. E quinta-feira, pela manhã, fizemos vela e seguimos em direitura à terra, indo os navios pequenos diante -- por dezessete, dezesseis, quinze, catorze, doze, nove braças -- até meia légua da terra, onde todos lançamos âncoras, em frente da boca de um rio. E chegaríamos a esta ancoragem às dez horas, pouco mais ou menos.

E dali avistamos homens que andavam pela praia, uns sete ou oito, segundo disseram os navios pequenos que chegaram primeiro.

Então lançamos fora os batéis e esquifes. E logo vieram todos os capitães das naus a esta nau do Capitão-mor. E ali falaram. E o Capitão mandou em terra a Nicolau Coelho para ver aquele rio. E tanto que ele começou a ir-se para lá, acudiram pela praia homens aos dois e aos três, de maneira que, quando o batel chegou à boca do rio, já lá estavam dezoito ou vinte.

Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e suas setas. Vinham todos rijamente em direção ao batel. E Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os depuseram. Mas não pôde deles haver fala nem entendimento que aproveitasse, por o mar quebrar na costa. Somente arremessou-lhe um barrete vermelho e uma carapuça de feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa, e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber.

Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobre-pente, de boa grandeza, rapados todavia por cima das orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a fonte, na parte detrás, uma espécie de cabeleira, de penas de ave amarela, que seria do comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas. E andava pegada aos cabelos, pena por pena, com uma confeição branda como, de maneira tal que a cabeleira era mui redonda e mui basta, e mui igual, e não fazia míngua mais lavagem para a levantar (...).

2008/10/18

mapa das descobertas marítimas


Portugal Xv Xvi
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8º D solidário


Soube que todos foram sensíveis à situação pela qual a Luísa está a passar. Fiquei com pena de não ter visto o cartaz, de mensagens solidárias, que a turma compôs, mas fiquei contente, pela iniciativa espontânea da turma! Ser solidário, ser amigo, estar presente é isso mesmo...força Luísa!!!

2008/10/11

Gil Eanes e o Cabo Bojador


"O método a seguir para avançar no caminho do Sul, com os litorais à vista ou não muito distantes, era fazer tentativas, umas após outras. (...)

O conhecimento que se tinha do Mundo, pelas Viagens de Marco Polo e Ibn Batuta, acicatava a curiosidade de saber o que existia, de facto, nas lonjuras do mar Tenebroso que ficava para lá do Cabo Bojador. (...) Diziam-se coisas tremendas: que o Oceano era habitado por serpentes; que o Sol queimava as pessoas até as esturrar de negro; que as ondas puxavam os barcos para baixo onde a noite não tinha fim...

O problema não era chegar ao Bojador; era passar o cabo e fazer viagem de regresso. Para isso, havia que vencer a calmaria, dominar os ventos e as correntes. Foi esse o feito de Gil Eanes, capitão de uma barca de vela redonda."

Adaptado de REIS, A. do Carmo - Atlas dos Descobrimentos,Porto Editora.

A vida a bordo dos primeiros barcos das Descobertas


"Numa viagem prolongada como a de Magalhães, a vida a bordo, desconfortável na melhor das hipóteses, podia tornar-se um pesadelo. O tédio abalava os ãnimos. Agua pútrida e alimentos deteriorados minavam as forças dos marinheiros. A exiguidade do espaço no alojamento causava exasperação. Para lutar contra o tédio, Magalhães incluiu nas suas provisões 5 tambores e 20 pandeiretas para distracção da tripulação da armada. No entanto, na maioria das horas de folga, os marinheiros passavam o tempo na tradicional ocupação de contarem uns aos outros histórias do mar. Os capitães tentaram frequentemente limitar o número de tripulantes veteranos e preferiam alistar novos marinheiros, evitando assim a repetição de histórias já muito ouvidas. Contudo, era impossível dispensar completamente os velhos lobos do mar, pois eram necessários para ensinar aos novos as manobras de bordo. Além disso, os marinheiros experientes, com tendência para procurarem um significado oculto nas ordens do capitão, aumentavam as possibilidades de motins. O receio de navegar por mares desconhecidos, conjugado com o desconforto da vida a bordo, tornava difícil manter a disciplina. As ordens não eram automaticamente obedecidas e os capitães tinham de se esforçar bastante para fazer prevalecer a sua autoridade sobre as tripulações indisciplinadas. Daí que por vezes fosse necessário recorrer a castigos drásticos. Na gravura em cima, à direita, vê-se um marinheiro a ser repetidamente mergulhado de uma plataforma à popa, um outro a ser arrastado por cordas para passar por debaixo da quilha e um terceiro com uma faca espetada na mão a prendê-la ao mastro. A tripulação era um grupo heterogéneo oriundo das camadas mais desfavorecidas da sociedade. Os tripulantes podiam também ser de diversas nacionalidades. Na armada de Magalhães, além de espanhóis e portugueses, havia italianos, franceses, alemães, negros e um inglês. Estavam distribuídos por turnos de vigia de quatro horas cada um. O tempo correspondente a oito ampulhetas de meia hora perfazia um turno de vigia completo. A sineta de bordo ou o grito do moço de bordo assinalavam o virar da ampulheta. As si netas de bordo dos tempos modernos têm origem neste costume. As suas tarefas, quando em serviço, incluíam desfraldar as velas, esfregar o convés e manejar o cordame, como se vê na gravura em baixo. Terminado o período de vigia, os homens deitavam-se nas tábuas duras do convés, sem colchões nem redes onde dormir. Com efeito, só os oficiais dispunham de camarotes com beliches.(...)"

Fonte: Os Grandes Exploradores de todos os Tempos, Selecções do Reader's Digest.

Sugestões:

Imagina que és um marinheiro do período dos Descobrimentos. Conta-nos um dia da tua vida a bordo de um barco dos Descobrimentos!

2008/10/02

Parabéns 8º D!

Os alunos Albertino Vieira, Beatriz Pacheco, Pedro Amaral, Pedro Martins e Rafaela Vieira representaram a nossa escola, por terem sido seleccionados através do concurso lançado pela Câmara Municipal de Lousadaa, na actividade «A Rota do Românico» no passado dia 25 de Setembro de 2008.

No âmbito das comemorações dos 25 anos da Escola Secundária de Lousada, os alunos Ana Sofia Peixoto, Carlos Santos, Inês Pinto, Orlando Pinto (mérito académico), Ana Sofia Peixoto, André Morais, Inês Pinto, Mª Luís Marques, Marta Dias (mérito desportivo: basquete e mega sprint) foram convidados a receber, certificados por mérito académico e desportivo, na cerimónia de entrega dos Diplomas do Quadro de Valor e Excelência do ano lectivo de 2007|2008, a qual decorreu no dia 1 de Outubro de 2008, pelas 18:00 horas, no Auditório Municipal.

2008/09/25

Trabalho de pesquisa histórica: "A Minha Genealogia Ilustrada" - 11º Ano

A Genealogia ou História da Família pode ser um passatempo bem interessante! A consciência de família e de tradição é a raiz da cidadania e da auto-estima. O conhecimento da origem da família, é parte fundamental da identidade do indivíduo, autenticidade e maturidade da personalidade de cada um. A pesquisa genealógica deve partir da identidade dos pais, dos avós, bisavós, e prosseguir em recuo até onde for possível chegar. Criar uma listagem com os nomes dos ascendentes, com uma breve descrição de cada um, alguns com fotos e curiosidades.
Os sobrenomes ou nomes de família, surgiram para identificação das pessoas do povo durante a Baixa Idade Média. Anteriormente, só eram utilizados pelos reis e nobres. Para reproduzir os hábitos de pessoas importantes, ou, simplesmente, para se diferenciar numa época de grande expansão demográfica, os homens passaram a utilizar como sobrenomes as designações dos seus ofícios ou habilidades, dos seus lugares, da sua condição socio-económica, de plantas ou animais, adoptando, enfim, as mais variadas nomeações que os identificassem. Hoje, além de mera designação, o sobrenome é um património da família, marca exclusiva que representa toda uma linhagem, nomeação que se estende por gerações e gerações, identificando características físicas e comportamentos semelhantes.

Algumas sugestões…
- A pesquisa genealógica deve iniciar-se pela consulta dos familiares: pai, mãe, irmãos, avós, tios, primos;

- Recolher todas as informações necessárias: nomes, apelidos, data e local de nascimento, casamento, falecimento, baptizado, nomes dos pais, avós, tios, irmãos, padrinhos, comentários, casos interessantes, recortes de jornais, fotografias, documentos (certidões de nascimento, casamento,…), cartas, diários (…);

- Esgotada essa fonte de informação, podemos partir para profissões, escolas, faculdades, irmandades religiosas, documentos que podem ser adquiridos em arquivo público, igrejas (baptismos e casamentos), cartórios (nascimentos, casamentos, falecimentos, escrituras de terras, testamentos e inventários), bibliotecas (livros de genealogia, história, livros de história local, cemitérios, passaportes, cartas de família;

- Genealogia é pesquisa e paciência. Não desista, construa a sua passo a passo. Três ou quatro gerações já são alguma coisa. É pouco? Talvez, mas há gente que nem isso consegue. Anote tudo num caderno ou em fichas. Uma folha ou ficha para cada um: nome, filiação, datas de nascimento, casamento e óbito, os locais respectivos, profissão, nome do cônjuge (de solteira, se mulher) e a respectiva filiação. Cada filho casado, por sua vez, gera um novo registo;

- Dicas para transformar essas anotações em texto corrido: a partir do ascendente mais antigo, numere as gerações em romano (I II, III, IV, V…) e os descendentes de cada um em numeração árabe (I.1, I.2, I.3, II.1, II.2, II.3, …);

- Importante: genealogia, hoje, não é a simples sucessão de nomes e datas, é a história da família a partir de cada um dos seus elementos e das suas relações de parentesco. Anote assim, tudo o que conseguir encontrar sobre histórias, factos, tradições e costumes dos seus. Quanto mais vida melhor! Afinal, esses nomes resgatados do passado não devem voltar ao nosso convívio como almas mortas, mas como figuras que fazem parte da história de cada um de nós, se encontrar fotografias, salve-as! Elas valem por uma biografia, pois têm tudo para revelar a personalidade do retratado. A sua aparência física, os seus traços de família, a sua idade, o seu ambiente, a sua época, o seu modo de ser. Uma genealogia ilustrada vale por duas e comprova não estarmos a falar de fantasmas.

Bom trabalho! Deixe aqui as suas impressões, experiências acerca dos sabores e dissabores do seu trabalho de pesquisa.

2008/09/22

Navegadores do século XXI...


Caravela elaborada pelo aluno do 8º D, Pedro Amaral.

Quais as características de uma caravela?
Conheces outras embarcações do tempo dos Descobrimentos Portugueses?
Se sabes participa aqui!

2008/09/21

Procura identificar cada um dos instrumentos e a respectiva função.







O ASTROLÁBIO permitia descobrir a distância que ia do ponto de partida até ao lugar onde a embarcação se encontrava, mas descobria-se isso medindo a altura do sol ao meio dia. Mas como era isso possível se não havia relógios? Era sim, pois mediam o tempo com ampulhetas, mas com resultados pouco rigorosos. Era vantajoso em relação ao quadrante, não só porque era mais fácil trabalhar à luz do dia, como pelo facto de a Estrela Polar não ser visível no hemisfério sul.

O QUADRANTE é um instrumento náutico utilizado nas navegações.Foram os navegadores portugueses os primeiros a utilizá-los. Com este instrumento determinavam os lugares onde se encontravam, medindo as latitudes através da altura da Estrela Polar relativamente à linha do Horizonte. Segundo alguns historiadores, a Astronomia Náutica começou a ser utilizada em Portugal por iniciativa do Infante D. Henrique.

A BALESTILHA é um instrumento para medir a altura do Sol em graus. Foi bastante utilizado pelos Portugueses na Época dos Descobrimentos. A origem do seu nome remonta ou de “balhestra”, que significa besta, a arma medieval, ou, mais provavelmente, do árabe “balisti”, que significa altura , nesse caso a vertical do astro. Para saber a altura do sol, a acção decorria de costas para o Sol, por causa da intensidade da luz.Terá sido o primeiro instrumento desta época a utilizar espelhos para trazer o astro ao horizonte do mar, mesmo tendo aparecido depois do astrolábio e do quadrante. Existem documentos que comprovam que este instrumento terá sido fabricado até ao início do século XIX. Assim, pode-se intuir que este tenha sido dos instrumentos mais utilizados durante Descobrimentos; supõe-se que tenha sido inventado pelos portugueses.

A BÚSSOLA, instrumento de navegação muito importante a bordo. Baseia-se no princípio que um ferro natural ou artificialmente magnetizado aponta sempre para o eixo norte-sul segundo a direcção do campo magnético da Terra. Os chineses conheceram-na muito antes dos europeus. Foram aqueles os primeiros a fazerem uso da propriedade da magnetite para procurarem os pontos cardeais. A bússola foi sem dúvida o instrumento mais conhecido dos Descobrimentos, pois foi provavelmente o mais importante. Indicando sempre o Norte, uma ajuda preciosa para todo e qualquer navegador.

2008/09/17

Alusão à morte na pintura do século XVII

«Vanitas», António de Pereda

A MEDICINA E A DEMOGRAFIA
Ignaz Semmelweis descobriu, em meados do século XIX, o que provocava a febre puerperal, que matava uma mulher em quatro que estivesse prestes a dar à luz. A causa eram bactérias que os estudantes de Medicina transportavam depois de terem estado a dissecar cadáveres e ao irem observar as futuras mães contagiavam-nas, provocando-lhes a febre.
A solução foi simples: a desinfecção das mãos dos estudantes foi o suficiente para uma descida espantosa do número de mortes – apenas uma em cada cem.
No entanto, o trabalho deste médico não foi reconhecido, apesar de estar na vanguarda do pensamento médico contemporâneo, tendo vindo a falecer num manicómio. Na altura da sua morte, foi confirmada a descoberta da existência de bactérias por Pasteur.
Adaptado e resumido de Sabia que...?, Selecções do Reader’s Digest

Leituras Complementares - 11º Ano






CONSEGUIMOS ENCONTRAR SEMELHANÇAS NOS RETRATADOS. QUAIS?

2008/07/09

Porque não LER nas férias?



Sugestões:

- "O HOMEM QUE SABIA CONTAR", Malba Tahan (um livro que se impôs como uma verdadeira obra prima clássica, uma espécie de As Mil e Uma Noites da Matemática, para prazer de leitores de todas as idades, com predominância do público juvenil);

- "O DIABO DOS NÚMEROS", Hans Magnus Enzensberger (Robert, um rapazinho de onze anos, não gosta de Matemática porque não compreende nada nas aulas. Porém, uma noite, começa sonhar com um diabinho que se dispõe a iniciá-lo na ciência dos números. Durante doze noites, Roberto vai aprender os segredos e os mistérios dos números, numa divertida e instrutiva viagem ao País das Matemáticas);

- "ALICE NO PAÍS DOS NÚMEROS", Carlo Frabetti (Alice é uma menina dos dias de hoje que odeia matemática. Numa viagem fabulosa, ela encontra personagens da história de uma outra Alice, a do País das Maravilhas, e vive muitas aventuras. Mas a grande aventura de Alice - e dos leitores - é descobrir que a matemática, além de útil, também é divertida);


- "O 10 MAGNÍFICO", Anna Cerasoli (um óptimo instrumento para ajudar os jovens portugueses com dificuldades na disciplina de Matemática. Há uma história ao longo do livro, que cativa a leitura por parte dos jovens, ao mesmo tempo que vão aprendendo os conceitos matemáticos aplicados a casos práticos. Esta obra destrói o falso mito de que a Matemática é difícil e impossível de perceber);

- "UMA ILHA DE SONHO", Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (o mergulho histórico leva a Ana e o João à ilha da Madeira no tempo em que ali se estavam a instalar as primeiras famílias de colonos. João apaixonou-se por duas raparigas, Esmeralda e Grimanesa, e como não conseguiu decidir de qual delas gostava mais, declarou-se a ambas! Mas as trapalhadas em que se envolveram não foram apenas românticas. Houve intrigas, incêndios e a mais incrível caçada aos ratos que saltavam dos navios para roer as canas-de-açúcar acabadinhas de plantar);

- "BRASIL!BRASIL!", Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Nas vésperas de abolição da escravatura no Brasil toda a gente discutia e tomava partido, uns a favor do fim rápido para aquela vergonha, outros garantindo que sempre tinha havido escravos e que tinha de continuar a haver. Orlando, Ana e João mergulham nessa época e são obrigados a enfrentar situações complicadas no Rio de Janeiro e numa magnífica propriedade, uma fazenda de café onde os escravos ansiavam pela liberdade. Alguns tentaram a fuga pela calada da noite depois de uma baile fantástico oferecido pelos donos de casa a muitos convidados, entre os quais Ana, João e Orlando... Com missões especiais);

- "UM CHEIRINHO A CANELA", Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (O cientista Orlando mais os seus amigos Ana e João partem na máquina do tempo sem saber ao certo para onde vão. Afinal aterram numa cave recheada de riquezas e descobrem, horrorizados, ser a Casa da Índia, local interdito a estranhos. Tentam fugir; Ana é apanhada pelos guardas do rei e atirada para uma prisão infecta. Ali conhece a bruxa Guiomar. Entretanto Orlando e João escondem-se na hospedaria de Narigudo e tornam-se amigos de um estranho indivíduo chamado Mafaldo, que tem mais medo do mar do que da forca, mas se revela muito corajoso, pois oferece-lhes ajuda para libertar a Ana.Conseguirá?);