2009/10/13

M1




O vaso Pronomos, 410-400 a.C., 75 cm de altura, estilisticamente pertence ao "estilo" das figuras vermelhas, a decoração concentra-se no gargalo, nas asas em forma de volutas e no bojo. A importância do vaso reside no seu valor documental. Comemora os membros de uma companhia teatral, colocando-os em paralelo com Dioniso, além da numerosa informação sobre os actores, as suas vestes e máscaras.


O grupo de Laocoonte, c. 160 a 130 a. C, obra conjunta de Hagesandro, Polidoro e Atanadoro, esta peça possui uma grande força expressiva pela composição orientada por diagonais que se cruzam.


Vitória de Samotrácia, c. de 200 a 190 a. C, 241 cm.


Hermes e Dioniso, c. 350 ou 380 a. C., por Praxíteles.


O Discóbolo (o corpo em tensão, face ao movimento iminente, contraria a serenidade do rosto, de uma beleza canónica), c. 450 a.C, por Míron.


O Diadúmeno (anatomia rigorosa e proporções perfeitas, a naturalidade da postura do atleta vitorioso, daí a fita à volta da cabeça, confere delicadeza e graça), c. 450 a.C, por Policleto.


O Dorífero, a representação do primeiro cânone (das sete cabeças, a proporção perfeita do corpo humano - Policleto.


O Dorífero (o lanceiro), por Policleto, c. 450-440 a. C.



Posídon (preparado para lançar o tridente), bronze, 209 cm.


O Auriga de Delfos, bronze, c. 180 cm.


KORAI.


KOUROI.


2009/10/12

M6




Túmulo do Papa Alexandre VII, 1673-1674, Basílica de S. Pedro, de Bernini



Estátuas da Colunata da Praça de S. Pedro, 1656-1667, Vaticano, de Bernini


O rapto de Proserpina por Plutão, 255 cm, 1621-1622, Galeria Borghese, Roma, de Bernini


Apolo e Dafne, 1625, 242 cm, Galeria Borghese, Roma, de Bernini


CAPELA CORNARO














Le Roi Danse


Filme de Gérard Corbiau que retrata a vida na corte de Luís XIV e o trabalho do compositor Lully. Luís XIV (1638-1715) sabia que a arte o engrandecia, Jean-Baptiste Lully (1632-1687) sabia que o Estado precisava da arte para assinalar exteriormente o seu poder, a sua grandeza.

2009/10/11

A Conversão de S. Paulo



As cores, quentes e terrosas, acentuam o carácter vigoroso da cena.
A luz focalizada atribui à obra um certo carácter irreal.
A composição é orientada pelas linhas, formadas pelos braços estendidos do apóstolo e pelo dorso do cavalo.

2009/09/23

3 anos de saudade = alunos

...

É urgente inventar a alegria,

Multiplicar as searas,

É urgente descobrir rosas e rios

E manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz

Impura, até doer.

É urgente o amor, é urgente

Permanecer.

Eugénio de Andrade

2009/05/31

Percursos para férias: o trilho do Condestável


Integrado no programa das VI Carrilheiras de Barroso, a Câmara de Montalegre promove no dia 31 de Maio, em Salto, o “Trilho do Condestável", percurso homologado pela Federação Portuguesa de Pedestrianismo (a partida ao trilho será dada por D. Duarte Pio de Bragança), que passa pelos sítios que a tradição associa à presença de D. Nuno Álvares Pereira, guerreiro e Senhor das Terras de Barroso.

2009: D. Nuno Álvares Pereira foi canonizado a 26 de Abril pelo Papa Bento XVI, 91 anos depois de ter sido beatificado;

2004: a Ordem do Carmo, onde o militar ingressou em 1422, e o Patriarcado de Lisboa decidiram retomar a defesa da causa de canonização, cujo processo foi reaberto a 13 de Julho de 2004, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa;

1940: Pio XII manifestou o desejo de canonizar o beato por decreto, mas logo abandonou a intenção, prosseguindo pelas vias normais;

1918: D. Nuno Álvares Pereira viveu entre 1360-1431 e foi beatificado pelo Papa Bento XV a 23 de Janeiro de 1918, tornando-se Beato Nuno de Santa Maria;


Em Salto casou D. Nuno Álvares Pereira, o «Santo Condestável» no século XIV, com D Leonor de Alvim dando origem à Casa Ducal de Bragança. A estátua do Condestável encontra-se em Salto desde 1922.

2009/05/18

Lembram-se?

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1)
2)
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4)

2009/05/12

«A Minha Genealogia Ilustrada»

EXEMPLOS DO QUE RECUPERAMOS...



































Relatório de Reflexão Critica
"A realização deste trabalho, e aqui, querendo ser transparente, pareceu-me, no inicio, um pouco descontextualizada, mas tal ideia rapidamente desapareceu, percebendo desta forma a real essência do trabalho. É certo que a pesquisa de dados e a sua recolha exigiu um longo e difícil trabalho. Na realização deste trabalho deparei-me com o problema da falta de dados, principalmente, da minha família paterna por terem emigrado (França, Alemanha, Suíça) e, ainda, pela separação provocada pelo tempo/mobilidades geográficas. Contudo através da realização deste trabalho registei acentuadas mutações nas vivências entre o tempo de hoje e o dos nossos antepassados (entre os séculos XIX/XX/XXI), nomeadamente quanto aos seguintes assuntos: valores morais (por ex: casamento/namoro); o papel da mulher (por ex: direito ao voto/trabalho); a educação (por ex: grau de escolaridade/ acesso ao ensino); sectores predominantes de trabalho (antigamente - agricultura/indústria); condições de vida (por ex: luz/água canalizada); saúde (por ex: acesso aos hospitais/médicos)...enfim pude fazer a diferenciação entre a sociedade dos meus bisavôs/avós, a dos meus pais e a da minha. Grande parte dessa informação foi-me cedida pelo meu avô materno, com quem me identifico profundamente, e aqui queria agradecer pela colaboração e paciência demonstrada. Uma das coisas que me ficou bem patente foi a idade: principalmente a dos meus bisavôs e avós, pois começaram a trabalhar com 5-8 anos, trabalhavam muitas vezes antes de ir para a escola e depois de regressar da escola! Ao pensar nos tempos de hoje, pode dizer-se, somos uns privilegiados, oportunidades que os nossos parentes não tiveram e que muitas vezes (nós) desperdiçamos. Ainda neste contexto queria referir, duas coisas, que acho de extrema importância realçar e de certa forma alertar, são elas a noção de família, nas gerações anteriores (a minha) estava muito mais enraizada do que nos dias de hoje, tendo-se vindo progressivamente a perder a união e o costume da reunião da família nas datas mais importantes; na segunda, destaco a falta de interesse pelas tradições, costumes e edifícios que contêm alguma história, atitudes com as quais se perde/desaparece a tão rica e variada cultura portuguesa. Além disso pude ainda compreender um pouco mais sobre a Guerra Colonial (1961/1974) e o posterior 25 de Abril de 1974. Desta forma enriqueci, não só a minha cultura, mas também, amadureci a minha opinião sobre a sociedade actual. Em suma, a elaboração deste trabalho, não teve apenas um carácter histórico (pesquisa de informações históricas/sociais) mas, também, permitiu a aproximação e o contacto com membros da minha família que não conhecia ou com os quais tinha pouco contacto, e assim perceber aquilo que sou hoje." (Tiago Matias, 11º H).





A Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem e evolução, descrevendo as gerações em cadeia (em sentido ascendente ou descendente) e traçando, sempre que possível, as biografias dos seus membros.